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Como Fazer Um Relatório De Mídias sociais Considerável?




Descolagem Traz Especialistas De Renome Mundial Para Conversar "As Recentes Conexões Do Saber"


A ilustradora de livros infanto-juvenis Bruna Brito, de 37 anos, perdeu a conta de quantos "nãos" ouviu de editores brasileiros. A estratégia deu correto. Dois anos depois, teu romance de estreia atingiria a marca de 34 milhões de visualizações. Bruna Brito, quer dizer Lilian Carmine - o pseudônimo autoral que ela usa -, que diz ter aprendido a digitar em inglês investigando os livros de Terry Pratchett e os quadrinhos de Neil Gaiman. Pouco depois, Lilian Carmine ganhou uma ligação de Londres. Do outro lado da linha, Gillian Green, diretora de ficção da Random House, a convidava pra lançar o livro em papel. No Brasil, Lost Boys saiu na editora LeYa e teve tiragem inicial de 50 mil exemplares.


Tainã Bispo, editora da LeYa. Ainda neste ano, Lilian lança teu mais novo serviço, Bad Luck ("Má sorte", em tradução livre), que mistura um piá cigano, um gato negro e uma menina apaixonada por livros. De todas, a mais popular é a canadense Wattpad, que prontamente contabiliza quarenta milhões de usuários - 800 1000 deles brasileiros. A startup, fundada em 2006 pelos amigos Allen Lau e Ivan Yuen, contabiliza 175 milhões de histórias - 5,3 milhões em português -, disponíveis em 50 idiomas.


Ashleigh Gardner, diretora de tema da empresa. Leia mais: Você sabe distinguir uma pessoa pelos olhos? Ana Lima, diretora-executiva do selo Galera, da Record, confessa que as mídias sociais literárias tornaram-se uma excelente fonte de prospecção de futuros best-sellers. Como o britânico Taran Matharu, de vince e seis anos. hiperlink , o selo neste instante lançou O Aprendiz, o primeiro livro da série Conjurador. http://de.pons.com/übersetzung?q=social+media&l=deen&in=&lf=en , editora de ficção da Planeta, cita o modelo da pedagoga pernambucana Mila Wander, de vince e seis anos, contratada após ter quatro milhões de visualizações em 2 meses. Um dos casos mais curiosos (e bem-sucedidos) de jovem talento que migrou das mídias sociais pra grandes editoras é Anna Todd.


Um ano e quatro meses depois de postar o primeiro episódio de After ("Depois", em tradução literal) pela Wattpad, essa americana de 25 anos agora tinha alcançado a marca de um bilhão de visualizações. Em pouco tempo, teve seu passe comprado pela Simon & Schuster, que teria desembolsado valor em torno de 6 dígitos pra transformar os 4 volumes do romance em livro físico.


Referência utilizada para publicar o conteúdo dessa postagem: https://soulincision.com/convenient-social-media-guidance-for-everyone/
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Por aqui, After foi lançada pelo selo Paralela, da Companhia das Letras. A Nossa Página Web , ex-garçonete do Texas que digitava a história entre um pedido e outro. No Brasil, o primeiro selo a lançar uma autora nacional autopublicada foi a Suma de Letras, da Direta. O Afeto Não Tem Leis, da mato-grossense Camila Moreira, de 2 anos7, chegou às livrarias em agosto de 2014. A estudante de Certo começou a publicar o romance em novembro de 2013, depois de sofrer uma desilusão amorosa. https://soulincision.com/convenient-social-media-guidance-for-everyone/ só 3 episódios postados, alcançou 20 1000 visualizações. Roberta Pantoja, responsável pelo Marketing Digital dos e-books da Objetivo. No entanto o que leva o leitor a adquirir a versão impressa de uma história que imediatamente leu na web?


Mila Wander, autora de O Safado do 105 e Diário de Uma Cúmplice. A ideia de fundar uma plataforma de criação e compartilhamento literário também chegou ao Brasil. Em junho de 2012, três amigos de Campinas (SP) - Flávio Aguiar, André Campelo e Joseph Henri Bregeiro - fundaram a Widbook.


A companhia neste instante abriu escritório pela Califórnia, atingiu a marca de 250 1000 participantes e publicou 8 mil livros. Outros 45 1000 estão no forno. A Widbook oferece um serviço que permite ao usuário melhor conhecer o perfil de teu público. Com estas e novas informações, podes modificar o rumo da trama, alterar perfil de personagens e deletar tramas paralelas. Os autores que fazem uso as plataformas virtuais dizem que elas estão mudando o jeito de fazer literatura.


O ofício de escritor deixou de ser solitário - hoje, mais do que leitores, os "wattpadders" têm seguidores. De tão íntimas, as leitoras da carioca Nana Pauvolih, de 40 anos, de imediato ganharam codinome. https://seguidorbrasil.com/comprar-seguidores-instagram acordo com a autora deRedenção de um Cafajeste, lançada pelo selo Fábrica 231, da Rocco, as "nanetes" chegam a pedir conselhos para apimentar seus relacionamentos. Nana, ex-professora de História que não se arrepende de ter trocado 18 anos de magistério na existência de escritora.